segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Qual o OTP msm?

O Fevereiro tão aguardado esta chegando ao fim, depois de uma longa espera por um dos melhores episódios Jate de LOST - o 404, marco vem se aproximando com uma grata surpresa para Jate fans...

Olha o que nos espera nas bancas em Marco....

Então responda, qual o OTP da serie msm????

Ahhhh, por um momento achei que me enganara =) masssss ai estão :



Jack e Kate

na capa da Galileu 200 para provar:


JATE IS FATE!!!
OTP 4 THE PRESENT & FUTURE...






Matt e Vantage Point...


Estreou na ultima sexta-feira Vantage Point....


SIM!!! O novo filme do Matt já esta fazendo sucesso. Faturou só na estreia USD 24Milhões e se depender de nos Jates fans e Mattaholics vai faturar muito mais....


quem pode resistir a esse homem de terno e como agente secreto...ulala!





Não poderia deixar de postar um link do trailer por aqui, afinal falar do Matt nesse blog e lei!!! (falar,ver,ouvir...kkkk)


Confesso que não vejo a hora de assistir esse filme =)




reparem no close do rosto do Foxy....aiaiai....se quiserem visitem tb a pagina oficial....




14 de marco ... vai demorar muito?


domingo, 24 de fevereiro de 2008

Musicas que adoro...


A lenda:

Mal Piktor entrara no paraíso, parou diante de uma árvore que era ao mesmo tempo homem e mulher. Piktor saudou a árvore com respeito e perguntou:

- És uma árvore da vida?

Quando porém em vez da árvore quem quis responder foi a serpente, ele virou as costas e continuou andando. Ele era todo olhos, tudo lhe agradava. Sentiu claramente que estava em sua terra e na fonte da vida.

E viu de novo uma árvore, que era ao mesmo tempo o sol e a lua.

Piktor falou:

- És a árvore da vida?

O sol assentiu e riu, a lua assentiu e sorriu.

As flores mais maravilhosas o olharam, com toda espécie de cores e luzes, com toda a sorte de olhos e faces. Algumas assentiram rindo, algumas assentiram sorrindo, outras não assentiram nem sorriram: calaram-se embriagadas, em si mesmas mergulhadas, bêbadas do próprio perfume. Uma cantou a canção lilás, uma cantou a canção de ninar azul-escura. Uma das flores tinha grandes olhos azuis, uma outra fazia-o lembrar-se de seu primeiro amor. Uma cheirava ao jardim da sua infância, seu perfume doce soava como a voz da mãe. Uma outra riu para ele e estendeu-lhe uma língua curva e vermelha. Ele a lambeu, tinha um gosto forte e selvagem, de resina e mel, e também do beijo de uma mulher. Entre todas as flores Piktor parou cheio de saudade e temerosa alegria. Seu coração, como se fosse um sino, batia forte, batia muito; ele queimava no desconhecido, num encanto pressentido, ardia o seu desejo.

Piktor viu um pássaro sentar, viu-o na grama sentar e em cores brilhar, todas as cores parecia ter o lindo pássaro. Perguntou ao lindo pássaro colorido:

- Ó pássaro, onde está a felicidade?

- A felicidade? - falou o lindo pássaro, e riu com o seu bico dourado - a felicidade, amigo, está em toda parte, na montanha e no vale, na flor e no cristal.

Com essas palavras o alegre pássaro sacudiu sua plumagem, virou o pescoço, agitou a cauda, piscou os olhos, riu de novo, e então ficou sentado impassível, sentou-se quieto na grama, e vede: o pássaro transformou-se agora numa flor multicolorida, as plumas em folhas, as garras em raízes. No brilho de cor, no meio da dança, ele virou-se em planta. Piktor viu isso admirado.

E logo em seguida a flor-pássaro moveu suas folhas e estames, cansou-se de ser flor, não tinha mais raízes, moveu-se facilmente, ergueu-se devagar, transformou-se numa brilhante mariposa que se balançava no ar, sem peso, toda luz, toda um rosto luminoso. Piktor abriu bem os olhos. A nova borboleta, porém, a alegre e colorida maripôsa-flor-pássaro, o luminoso rosto colorido voou em círculos ao redor do espantado Piktor, cintilou ao sol, pousou suave como um floco de neve, parou bem perto dos pés de Piktor, respirou delicadamente, tremeu um pouco as asas brilhantes, logo se transformou num cristal colorido, de cujas arestas se irradiava uma luz vermelha. A pedra vermelha reluzia maravilhosamente na grama e nas ervas, clara como um carrilhão de sinos em dia de festa. Mas seu lar, o interior da terra, pareceu chamá-la; rapidamente ela diminuiu, torceu-se para penetrar no chão.

Aí Piktor, levado por uma necessidade imperiosa, estendeu a mão para a pedra que diminuía e segurou-a. Olhava com encanto a sua luz mágica, que lhe parecia irradiar no coração todo pressentimento de bem-aventurança.

De repente, sobre o galho de uma árvore morta apareceu a serpente e ciciou-lhe: - A pedra te transformará no que quiseres. Rápido, dizê-lhe teu desejo, antes que seja tarde demais! Piktor assustou-se e temeu perder sua felicidade. Disse rapidamente a palavra e transformou-se numa árvore. Pois ele já havia desejado ser uma árvore, porque as árvores lhe pareciam cheias de tranqüilidade, força e dignidade.

Piktor transformou-se numa árvore. Cresceu com raízes para dentro da terra, esticou-se na altura, folhas e ramos surgiram do seu tronco. Estava muito contente com isso. Fez uma esteira de fios sedentos bem fundo na terra fresca, e ventava com suas folhas bem alto no azul. Escaravelhos moravam na sua casca, aos seus pés moravam lebres e ouriços, nos seus ramos, os pássaros.

A árvore Piktor era feliz e não contava os anos que passavam. Muitos anos se passaram antes que ele percebesse que sua felicidade não era perfeita. Devagar, entretanto, aprendeu a ver com os olhos de árvore. Finalmente pôde enxergar e ficou triste.

Viu que em volta dele, no paraíso, a maioria dos seres se transformava com muita frequência, que tudo flutuava numa torrente encantada de eternas transformações. Viu flores tornarem-se pedras preciosas, ou voarem como brilhantes pássaros vibrantes; Viu ao seu lado de repente desaparecerem algumas árvores; uma desfizera-se em fonte, a outra tornara-se um crocodilo, uma outra nadara alegre e fresca, cheia de alegria, como um peixe, para numa nova forma começar novas brincadeiras. Elefantes confundiam sua roupagem com pedras, girafas confundiam sua forma com flores.

Ele próprio, porém, a árvore Piktor, continuava sempre a mesma; ele não podia mais se transformar. Assim que reconheceu isso, sua felicidade se desvaneceu; começou a envelhecer e conservou sempre mais aquela posição cansada, séria e preocupada, que se pode observar em muitas velhas árvores. Também nos cavalos, nos pássaros, nos homens e todos os seres pode-se ver isso diariamente: quando não possuem o dom da transformação, com o tempo caem na tristeza e se atrofiam, sua beleza se perde.

Um dia então uma menina passou por aquele lado do paraíso, com um cabelo louro, com um vestido azul. Cantando e dançando a lourinha corria por baixo das árvores e até agora nunca havia pensado em pedir para si o dom da transformação.

Muito macaco inteligente ria atrás dela, muito arbusto roçava nela delicadamente, muita árvore atirava-lhe um botão, uma noz, uma maçã, sem que ela prestasse atenção.

Quando a árvore Piktor viu a menina, apoderou-se dele uma grande tristeza, um desejo de felicidade, como ainda nunca sentira. E imediatamente uma profunda meditação tomou conta dele, pois era como se seu próprio sangue pedisse: "Pensa! lembra-te daquela hora em toda a tua vida, encontra o sentido, senão será tarde demais, nunca mais terás uma alegria". E ele escutou. Recordou-se de todo o seu passado; dos seus anos de homem, de sua marcha para o paraíso, muito especialmente daquele instante, antes de se ter tornado uma árvore, daquele maravilhoso instante em que segurara nas mãos a pedra encantada. Naquele tempo, quando toda transformação lhe era possível, a vida ardera dentro dele como nunca! Lembrou-se do pássaro que havia rido, e da árvore com o sol e com a lua; ocorreu-lhe o pressentimento de que naquele instante esquecera alguma coisa, que o conselho da serpente não fora bom.

A mocinha ouviu um sussurro nas folhas da árvore Piktor, olhou para ele e sentiu, com uma súbita dor no coração, moverem-se dentro dela novos pensamentos, novos desejos, novos sonhos. Levada por força desconhecida, sentou-se debaixo da árvore. Ela lhe parecia solitária e triste, e com isso bela, comovente e nobre na sua tristeza muda; a canção da sua copa sussurrante soou-lhe sedutora. Inclinou-se contra o tronco rude, sentiu que a árvore se arrepiava, sentiu o mesmo arrepio no próprio coração. Raramente o coração lhe doía, sobre o céu de sua alma corriam nuvens, lentas lágrimas pesadas caíram de seus olhos. Afinal que era isso? Por que se devia sofrer tanto? Por que desejava o coração romper o peito e se fundir nele, no belo homem solitário?

A árvore estremeceu levemente até as raízes, tão violenta a força de vida que reuniu em si, num ardente desejo de unificação com a menina. Ah, que enganado pela serpente, encantara-se para sempre numa árvore! Ah, que cego, que insensato fora! Então não soubera de nada, estivera tão alheio ao segredo da vida? Não, bem que ele o sentira antes e pressentira - tristeza e profunda compreensão, e agora pensava na árvore, que era homem e mulher!

Um pássaro veio voando, um pássaro vermelho e verde, um pássaro bonito e audaz veio voando, veio voando em forma de arco. A menina o viu voar, viu alguma coisa cair do seu bico, brilhando, vermelha como sangue, como brasa, caiu na erva verde e brilhava na erva verde e era tão familiar, seu brilho vermelho pedia tão alto, que a menina se curvou e o vermelho segurou. Aí era um cristal, era um carbúnculo e onde ele está não pode haver escuridão.

Assim que a menina segurou a pedra encantada na sua mão branca, logo se satisfez o desejo de seu coração. A bela desapareceu, penetrou na árvore e tornou-se com ela uma só, brotou do seu tronco como um jovem ramo, cresceu rapidamente para cima.

Agora tudo estava bem, o mundo estava em ordem, só agora o paraíso fora encontrado. Piktor não era mais uma velha árvore preocupada, agora cantava bem alto vitória, vitória. Ele se transformara. E porque dessa vez alcançara a transformação certa e eterna, porque, de um meio, ele se tornara um todo, daquela hora em diante podia continuar se transformando, quanto quisesse.

A encantadora torrente da transformação corria continua pelo seu sangue, ele eternamente tomava parte na criação de todas as horas. Foi rena, foi peixe, foi gente e serpente, nuvem e pássaro. Em cada forma, porém, era um todo, era um par, tinha lua e sol, tinha macho e fêmea em si, corria pelas terras como rios gêmeos, brilhava como dupla estrela no céu .



Fonte : 'Transformações' de Hermann Hesse.

Musicas que adoro...

Esse e um espaço pra tudo que gosto...e como antes dito, amo musicas de paixão!



Apesar dessa musica não ser Jate, canta a lenda de Piktor - aquele que se transformou em árvore... e não deixa de ser um conto de amor.


Estou falando de "Favola" - Eros Ramazzotti. Abaixo voces encontram a letra da musica e em outro post contarei a historia :



A musica de Eros :


E, Eraccontano che lui si trasformò /E contam que ele se transformou

in albero e che fu / em árvore e que foi

per scelta sua che si fermò / por escolha sua que se fixou

e stava lì a guardare / e estava ali a olhar

la terra partorire fiori nuovi / a terra parir flores novas


Così / Assim

fu nido per conigli e colibrì / foi ninho para o coelho e o colibrí

il vento gl'insegnò i sapori / o vento lhe ensinou os sabores

di resina e di miele selvatico / de resina e de mel selvagem

e pioggia lo bagnò / e chuva o banhou

La mia felicità - diceva dentro se stesso - / A minha felicidade - dizia dentro de si mesmo-

ecco... ecco... l'ho trovata ora che / aqui está!...aqui está!... a encontrei agora que

ora che sto bene / agora que estou bem

non ho più bisogno di nessuno / não tenho mais necessidade de ninguém

ecco la bellezza della vita che cos'è / eis! a beleza da vida que coisa é


Ma un giorno passarono di lì / Mas um dia passaram por ali

due occhi di fanciulla / dois olhos de menina

due occhi che avevano rubato al cielo / dois olhos que tinham roubado do céu

un pò della sua vernice / um pouco da sua cor
E senti tremar la sua radice / E sentiu tremer a sua raíz


Quanto smarrimento d'improvviso dentro sè / Quanta perda imprevista dentro de si

quello che solo un uomo senza donna sa che cos'è / aquilo que só um homem sem mulher sabe que coisa é

e allungò i suoi rami / e alongou os seus ramos

per toccarla / para tocá-la
Capì che la felicità non è mai la metà / Entendi que a felicidade não é nunca a metade

di un infinito / de um infinito

Ora era insieme luna e sole / Agora estavam juntos lua e sol

sasso e nuvola / pedra e nuvem

era insieme riso e pianto / estavam juntos riso e choro

o soltanto / ou apenas

era un uomo che cominciava a vivere / era um homem que começava a viver

ora / agora

era il canto che riempiva / era o canto que preenchia

la sua grande / a sua grande

immensa solitudine / imensa solidão

era quella parte vera / era aquela parte verdadeira

che ogni favola d'amore / que toda fábula de amor

racchiude in sè / encerra em si

per poterci credere / para podermos crer



Veramente Bella!!! =)

Videos Jates

Ainda no clima do 404, fui a procura de novos videos...e achei esse ai :



Uma versao de Run - Snow Patrol cantada por mulher...e mais importante com cenas da S4



Enjoy! =)




Season 4 - Analises Jates...



Comentários S04E04

Eggtown

Depois de 9 meses (acredito ser isso) esperando esse episodio finalmente eu posso dizer com todas as letras : AMEI !!!

Valeu esperar e não ler os spoilers pois o gostinho foi sensacional.

Vibrei, ri, gargalhei, tive raiva e me emocionei. Esse misto de sentimentos deve ser comentado e apesar dessa analise ser jate, sempre coloco pontos interessantes de outras personagens. Indo quadro a quadro quando eu achar que merece o comentário.

Aquilo que não e Jate:

- Ben sempre arrasando... o modo como ele fala com o Locke...wow!

- Locke esta doido, já havia comentado isso em outro post mas a Kate deixou isso bem claro : ele e um ditador! Será que esse pessoal vai ficar baixando a cabeça pra ele? Ate quando?

- Miles e um mercenário...

1º round Skate :

O desprezo de Kate na varanda ... “I don’t trust you”? Ouch!!! Poxa, por quê? Não e o namorado dela?

A Sun andou tomando chá de alguma erva desconhecida? A mulher ta totalmente noiada de uns tempos pra cá!!!

Adorei a Kate enganando o Locke, e temos ai o segundo round Skate:

Ela literalmente usou o Sawyer e ele aceitou de “bom grado”...claro que pensava que ia ter festa depois... kkkk... alem disso acho que a Kate confirmou o que disse quando viu que ele contou ao Locke o que ela estava fazendo.

Só pra encerrar o assunto Skate : confesso que não agüento ver beijo entre eles, me da raiva e nojo!

Mas... continuando, ela o usou sem sexo e depois do ocorrido e de ter sido expulsa por Locke ainda teve que ouvir o quão sensível e o seu ex-namorado (já posso chamá-lo assim, certo?).

Que comentário ridículo aquele do Sawyer sobre gravidez! E ainda teve o despeito de falar do Jack!

Levou o que merecia mesmo. Bravo, Kate!
Enfim essa “relação” já havia começado fadada ao fracasso mesmo! Juro que ate achei interessante o modo como o Sawyer reagiu no 403 mas agora depois de todas as bullshits que ele falou, arfff sem chance!

Bem, agora a parte boa :

A presença de Jack no tribunal, o discurso e o fato de que ela o interrompeu prova que quando se trata de Jack, ela nem sonha em usá-lo.

Ele dizendo que não a ama, nossa! "Not anymore..." a cara da Kate de decepção e muito boa alem da cara dele mostrando remorso ou mágoa.

Que mãe e aquela? Coitada da Kate viu? Se duvidar e por isso que ela esta a beira da morte... será que depois de tentar fazer um acordo para ver o neto a consciência pesou?

O encontro Jate... ah, que coisa fofa!




Ela agradecendo por ele ter a defendido. Ele dizendo: “ what I said in there, I didn’t mean it.” Jack quis se explicar para ela...oh, god!

E o convite para visitá-los? Outra demonstração da vontade de Kate de dar uma chance a si mesma e a ele.

“There’s no you and me going for coffee...” ah, Jack…voce ainda não entendeu? Commitment – e isso que ela quer!!!

Kate e mãe. De Aaron! O que reforça a minha teoria de que a Kate e estéril ou tem muita dificuldade para engravidar.

Pensando no aspecto humano de cada um deles:

Kate realmente mudou, evoluiu e voltou a ser a boa e velha Kate melhorada. No futuro vemos uma mulher segura e decidida, não mais culpada e inferiorizada.


Ela cresceu e venceu todos os medos para chegar aonde se encontra. A maternidade fez bem a ela. Ela esta pronta pra realmente recomeçar, ter uma vida normal e ser feliz.
Fiquei muito feliz com a Kate!!!

Sobre Jack, ainda não sabemos como Aaron foi parar com a Kate.

As suposições são variadas mas tudo indica que a própria Claire o tenha dado a ela, seja porque estava morrendo ou porque não queria ver o filho criado na ilha.

E esse passou a ser o ponto de discordância entre o nosso casal. De alguma maneira, Jack se culpa pelo filho ter sido separado da mãe. Não sabemos se porque ele ainda sente-se frustrado por não poder salvar a todos, ou por ter descoberto que Claire e sua irmã e o garoto seu sobrinho, assim tornou-se difícil para ele aceitar o menino. Aaron lembra a Jack a frustração, a culpa pela Claire.

Resumindo, Jack ainda acredita ser responsável por todos e sente-se na obrigação de carregar o peso do mundo nas costas. Apenas quando ele superar isso, talvez possa ser feliz ao lado de Kate.
Será que veremos no futuro uma inversão de papeis? A Kate como salvadora do Jack?

By the way, lá vai a Kate quebrar o acordo...e adivinha por quem? Jack, sempre Jack!

Ou vocês ainda duvidam que ela ira voltar a ilha com ele?

Definitivamente Jate esta mais forte do que nunca, sorrisos, olhares, convites...a prova de que o OTP da serie foi definido antes mesmo dela começar.

What’s next?

Kate ira voltar para a praia...como será esse reencontro? Nem quero saber, afinal sou uma spoiler free, mas com certeza ela ira correr atrás do prejuízo.

Para encerrar não podia deixar de comentar:

A cada dia que passa me apaixono mais por Jack/Matt....OMG!!! o que e esse homem de terno? E de jaqueta de couro....aiiii impossível resistir!



E apenas pra relembrar, não me canso de dizer :

JATE IS FATE!!! WRITTEN IN THE PRESENT AND FUTURE!

Que venha o prox. epi!!!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

INCANCELLABILE - Cap. 5

Antes de mais nada preciso avisa-las...

a fic ira correr a linha do tempo como ja tinha falado antes entao plssss NAO ME MATEM!!!

Prometo que voces irao me entender...

Espero que gostem =)


Incancellabile - Cap. 5


Agosto de 2001

Jack estava em seu escritório preenchendo a papelada da sua ultima cirurgia. O telefone toca.

- Jack Shepard.
- Oi, será que você ainda lembra de mim?
Por um instante a mente de Jack vagou para um certo rosto do passado, uma bela de olhos verdes. Era involuntário.
- Sou eu, Juliet.
- Hey, tudo bem? Jack acabou sentindo um pouco de decepção.
- Estou com saudades.
- Como esta Miami?
- Ah, esta tudo bem... mas eu sinto muito a sua falta, Jack. Queria muito te ver.
De alguma forma, aquelas palavras mexeram com Jack. Ele sentia-se solitário ultimamente.
- Eu também sinto sua falta.
- Você gostaria que eu fosse ate Los Angeles te ver?
- Sim, adoraria.

Em outro lugar da cidade...

Kate olhava-se no espelho. O vestido ficara perfeito. Ela estava muito feliz e apaixonada.
- Você esta uma princesa.
- Obrigada, mãe.
- Deixe-me ajeitar o véu. Precisamos ir, seu noivo já esta nervoso.

A igreja estava coberta de flores, tudo parecia perfeito. Esse era com certeza o dia mais feliz da vida de Kate.

Apartamento de Jack

Batidas na porta acordaram Jack do seu cochilo. Ele chegara do hospital e apenas se jogara no sofá, acabou adormecendo. Ainda sonolento abriu a porta.

- Oi, Jack!
Juliet estava encostada na porta com um sorriso maroto nos lábios.
- Jules! Entre.
Ela jogou a sua valise no chão e abraçou Jack. Foi depositando vários beijinhos na face dele.
- Que saudade...
- Hey, calma! Eu estou sujo de hospital e...
- Sem problemas, gosto de você de qualquer jeito e cheiro de hospital e praticamente meu perfume.
Jack riu. Ela puxou-o pela mão em direção ao sofá. Sentaram-se.
- Sabe, Jack eu sei que combinamos nos separar, concordamos que nossa relação se desgastou... só que nosso distanciamento me deixou solitária. Porque não tentamos novamente?
- Mas Jules, você esta morando em Miami, estamos em lados opostos do pais. Você acha que isso e possível?
- Não saberemos se não tentarmos.
E assim, Jack retomou a relação com Juliet mesmo com a distancia geográfica entre eles, estava contente por ter alguém pra dividir bons momentos.


Setembro de 2003
Miami

Jack e Juliet caminhavam tranqüilos pelo Bayside. Eles tinham passado duas semanas incríveis aproveitando as férias de Jack. Nos últimos dois anos tinha sido exatamente assim, sempre que um dos dois tinha uma folga, ficavam juntos. Eles realmente gostavam da companhia um do outro. Mais do que isso, Juliet ainda o amava. Jack era tudo que alguém queria em um homem e mesmo com a distancia ela gostava de ainda manter o relacionamento com ele.
- Amanha será seu ultimo dia comigo.
- Eu sei, o dever me chama.
- Já estou com saudades...
- Hey, Jules ainda temos mais uma noite.
Ele segurou o rosto dela entre as mãos e sorveu os lábios com vontade. Ela abraçou forte sentindo o corpo dele contra o seu.
- Vamos sair daqui.

No dia seguinte, Juliet se despedia mais uma vez do seu namorado.
- Nos somos loucos. Será que alguém ainda acredita em relacionamento a distancia?
- Eu acredito.
- Me liga quando chegar.

No avião, Jack pensava sobre as palavras de Juliet. Seriam loucos realmente? Jack achava que não, mas ele admitia que apenas Juliet fazia parte da sua vida. Poderia ser conformismo apesar de gostar dela, mas às vezes o pensamento viajava no tempo e ele sabia que ainda ansiava encontrar algum dia a bela Kate de Vegas.

Los Angeles

Kate não podia mais agüentar. Se James continuasse a excitá-la desse jeito ela iria chegar ao clímax rapidinho.
- James... por...favor...
Ele ria e continuava a sua brincadeira ate tira-la da sua razão. Finalmente, ela gozou.
Passados alguns minutos, James estava a seu lado observando as reações de Kate. Ela olhou pra ele se colocando sobre o peito dele. Beijou a pele nua e sorriu pra ele.
- Hey, adoro quando você me acorda assim...
- Eu sei das minhas qualidades, Freckles...
- Como você e convencido!
- Pena que eu tenho que trabalhar.
Ele levantou-se da cama e foi se arrumar.
Kate sorria, estava feliz.

Bank of América
10h

O telefone de James lhe tirou a concentração.
- Alo.
- Estou retornando uma ligação deixada no meu celular.
- Cassidy?
- Sawyer! Quem e vivo sempre aparece.
- Não, agora sou James e gostaria de saber se você ainda trabalha no ramo dos golpes.
- Claro! Tive alguns bons momentos. O que ta rolando?
- Não da pra falar por telefone, me encontre às 15h no café El Coyote da Beverly Blvd.
- Ok! E desligou o telefone.

Café El Coyote
15h

Cassidy esperava por seu parceiro do passado ansiosa. Ela aprendera a aplicar golpes com ele alem de ter sido sua namorada por dois anos. Esse reencontro mexia com ela pois no fundo não havia esquecido o louro safado.
James entrou no café ainda com óculos escuros. Logo na primeira olhada avistou Cassidy.
- Ola! Disse ele sentando-se ao seu lado na pequena mesa.
- Sawyer...
- James por favor e piscou pra ela, sou um homem casado agora.
- O que? Isso certamente não passava pela cabeça de Cassidy.
- E verdade... mostrou a aliança – mas tudo por uma boa causa. Acredito que temos uma vitima com grande potencial nas nossas mãos.
- A sua esposa? Cassidy ainda estava intrigada.
- Porque você acha que casei? Amor?
- você realmente não presta! Disse rindo.
- Não mesmo. E tascou um beijo nela que nem se preocupou em resistir.
Depois de uma tarde passada na cama de um motel, James e Cassidy começavam a preparar o seu próximo golpe. Eram parceiros novamente, em todos os sentidos.
Novembro de 2003
Los Angeles

Jack acabara de sair do hospital e precisava espairecer. Dirigiu-se ao bar do Joe’s em frente ao San Sebastian.
- Hey, Joe. Uma vodka pura.
- E pra já. Dr.
Fazia apenas uma semana que Juliet tinha ido embora e Jack já mergulhara de cabeça no trabalho.
- Hey, brotha! Decidiu acompanhar seu amigo num trago depois do trabalho?
Desmond se sentou ao lado dele com um copo de whisky na mão.
- Des, você não deveria estar em casa?
- Só daqui a meia hora. Relaxa, a Penny sabe que estou aqui. E você? Dia difícil?
- Posso dizer que sim.
- A July foi embora e você volta a trabalhar feito louco... sabe Jack não consigo entender você. Como consegue manter um relacionamento a distancia? Você e um cara bonitão, porque não investe mais em você? Na boa, você e a Juliet estão acomodados, na zona de conforto.
- Não, eu gosto da Jules.
- Jack, olha eu sou seu amigo. Não precisa esconder isso de mim. Responde quantas mulheres você teve alem de Juliet nesses últimos anos? E nem adianta citar a garota de Vegas.
- Você ainda acha que a Kate e invenção da minha cabeça? Ela e real.
- Jack, responde a pergunta.
Ele baixou a cabeça.
- Nenhuma.
- Ta vendo? Jack eu acho que você precisa repensar a sua vida amorosa.
- Des, eu agradeço a preocupação mas por enquanto estou bem assim.
- Você e quem sabe... precisando estou aqui. Vou nessa, eu tenho uma mulher linda me esperando. Tchau, brotha.
- Ate mais.
Jack terminou sua bebida e foi pra casa. Verdade ou não, ele estava bem com a Juliet e somente uma paixão avassaladora poderia fazê-lo mudar de idéia.
CONTINUA...